Suzan abriu a torneira
E aproveitou em seu copo
De vidro escurecido
As últimas gotas de água
Que mal saciaram sua cede
E arfou em desacordo.
-"outra vez faltou água,
Como irei lavar a roupa?"
Ela indagou em voz alta,
Correndo para a área de serviço
E apertando o botão de desligar
Da máquina que fazia barulhos
Ensurdecedores por estar
Sem água.
-"Que droga,
Quase queimei a máquina
Por deixar ela funcionar
Tanto tempo sem água."
Ela falou outra vez.
Estava sozinha,
Mais uma vez
Outro de seus namorados
A abandonou devido ao lugar ermo
Em que vivia,
Pois dependia de água encanada
Para beber
E de energia elétrica da cidade
Para ter luz.
A água faltava por qualquer motivo,
E ficava as vezes três dias
Sem ter água para lavar a roupa,
Puxar a descarga do banheiro,
Fazer limpeza ou a comida.
Tudo ficava as moscas,
E muito sujo,
O banho era racionado pela
água de uma sanga
Que corria próximo a casa.
Quando a sanga tinha
Bastante volume de água
Ela tomava banho desnuda
Na própria sanguinha,
Quando tinha pouco ela
Puxava de balde
E tomava banho com poquissíma
Água,
Isso passava uma impressão
De sujeira que a irritava.
Já quanto a energia elétrica,
Sempre faltava até devido ao vento,
Ou então por mal contato,
Ou algum galho de árvore
Que se enroscou nos fios
De alta tensão da estrada.
Os namorados odiavam
Os banhos de sanga,
E tinham pouca paciência
Para a luz que faltava,
Sempre ocorria de quebrarem
A vela antes de acender,
Devido a irritação por faltar luz
E serem obrigados a ficar no escuro.
A vela acesa e torta
Passava uma ideia de desleixo,
ninguém ficava,
O amor morria da mesma
Maneira que nascia:
Do dia para a noite.
O senhor que cuidava
Do funcionamento da água
já não atendia o telefone
Para Suzan irritada
Ela corria até seu pai
E gritava para ele tomar atitude.
Seu pai,
Homem sério e honesto
Sempre era ouvido,
E ao menos recebia
Uma notícia em razão
Da falta de água:
-Ah, quebrou o cano
Próximo ao terceiro vizinho,
Depois de esta arruamado
A água seguira o destino.
Dizia o senhor ao seu pai.
-Quanto tempo demora isso?
Indagou ele.
-Demora ir até a cidade
Comprar o tamanho do cano
Que precisa,
Depois abrir o buraco onde
O cano passa e concerta-lo.
Ele respondeu.
-Está certo,
Vou esperar.
Mas, Suzan perdeu a calma,
Tomou o telefone
Das mãos de seu pai
E começou a gritar ferozmente
Com o Antonio que cuida
Da água,
Irritado ele respondeu a altura:
-Vou deixar você sem água Suzan
Quem você pensa
Que é para me irritar?
Ele respondeu.
Ela irritou-se ainda mais.
-Vou te matar Antonio.
Nisto o pai de Suzan
Lhe tomou o telefone
De suas mãos e lhe desferiu
Um tapa na cara
A jogando no chão de brita
Da frente de casa.
Seu pai morava a uns cem metros
Da residência de Suzan,
Que levantou do chão com raiva
E investiu contra ele
Com tapas e socos na cara
E por todo o corpo.
Seu pai se irritou ainda mais
E desferiu um soco no rosto
Que a fez cair para trás,
Outra vez, ela se levantou
E empreitou contra ele
Com chutes em suas pernas,
Desta vez ela ganhou
um chute no quadril
Que a jogou longe.
Irritada ela correu
E pegou uma madeira
De próximo da casa
Que estava caída no chão
E lhe desferiu golpes
Contra o corpo,
Sua mãe saiu de dentro
De casa com uma faca na
Mão e gritou:
-Vá embora maldita,
Eu vou te sangrar a facada!
Sua mãe falou.
-Não mãe,
Por quê você esta
Do lado dele?
Ele só me faz mal!
Suzan respondeu.
Depois segiu com os punhos cerrados
Para o lado da mãe
Que apontou a faca
E desferiu golpes no ar
Fazendo Suzan correr.
Suzan foi para sua casa,
Algum tempo depois
Uma viatura policial surgiu
Em frente a sua casa.
Ela ficou com medo
E tirou a roupa ficando nua
Dentro de casa.
Então o policial
Se aproximou dela
Que foi até a janela
E gritou alucinada de raiva:
-eu estou sem água
E você me prende?
Por que ao invés disso
Você não concerta a água
Para eu ter o que beber
E como tomar banho!?
Ela disse.
-Eu não sabia que se tratatava
De falta de água,
Sua mãe ligou e disse
Que você está tentando matar
Seu pai e sua mãe!
O polcial respondeu
De arma em punho
chegando perto da janela
De Suzan.
-O quê? Mentira,
Eu só queria água,
Eu não tenho calma
com esta falta de água,
tudo está sujo,
Eu preciso me alimentar...
Ela gritou.
Depois se afastou
e começou a se masturbar,
Esfregando suas mãos
Em seus seios
E babando com a própria boca
Sobre eles
E então delsizando a mão
Até seus quadris,
E depois ela sentou no chão,
E introduziu seus dedos
Em sua própria vagina e disse
Olhando chorosa
Para o policial:
-Você está com cede?
Porque eu estou com cede,
Você me vê aqui neste chão
E gosta?
Porque eu odeio estar aqui.
Você quer transar comigo
Porque eu estou metendo
Meus próprios dedos em mim.
Ela disse
Enquanto deslizava seus dedos
Dentro de sua vagina.
-Não senhora,
Eu quero te ajudar,
Eu preciso que você
Me conte o que houve
Entre você e seus pais,
Por quê você quer feri-los?
Ela o olhou atordoada
Sem acreditar no que ouvia.
-Eu estou sem água,
Neste chão sujo,
Com esta louça que esta
Na sua frente sobre a pia suja,
Eu estou com fome
E não tenho água para
Fazer comida,
Você ouve minha barriga roncar?
Ela pediu.
-Senhora, me perdoe,
Então você esta irritada
Porque não tem água,
É isso?
Ele indagou de perto da janela.
-Você ouve minha barriga roncar
De fome?
Eu preciso de água.
Ela respondeu se levantando
Mantendo a mão dentro
Da vagina.
-Ouça minha mão dentro
Da minha vagina,
Você gosta desta barulho?
Este barulho de vai e vem
Você ouve bem, não é?
Mas, minha fome você não houve?
Ela gritou
E chegou perto dele,
E mantendo os olhos grandes
E escuros abertos
Ela chegou até o rosto dele
Com as mãos dentro da vagina.
- me veja eu suja!
Ela disse,
Totalmente descontrolada
e tirou sua mão de dentro
da vagina e pôs no rosto
Do policial e esfregou
Até dentro de sua boca.
-Senhora, por favor, pare!
Ele falou,
Tendo entre sua língua
Quente, rosa e úmida
Os dedos sujos do orgasmo
De Suzan.
-Me sinta,
Prove do meu ódio,
Prove da minha sujeira
E agora,
O que você fara se não tem água?
Ela disse irritada
Sobre os lábios dele.
-Senhora, esta ação policial
Esta sendo monitorada,
Se acalme, por favor,
Eu tentatei ajudar.
Ele respondeu.
-Me ajude!
Ela gritou nua
E puxou o braço dele
Que estava abaixado
E o ergueu até sua testa,
Pondo a arma dele encostada
Em sua cabeça.
-Atire contra mim,
Vamos mate minha cede,
Sacie meu ódio.
Ela gritou.
E manteve a mão dele
Esticada contra sua testa,
Usando suas duas mãos
Sobre a arma.
-Senhora, não faça isso,
Por favor,
Eu irei te ajudar.
Ele disse
E retirou a mão
Mantendo a arma nela
Logo em seguida.
Suzan não esperava
Uma força tão grande
E arrebatadora como a
Que viu no braço daquele soldado.
-Meu pai me bateu,
Ele fica contra eu
Sempre que tento lutar
Para nós ter água,
Ele me odeia...
ela gritava atordoada,
Depois puxou a mão dele
E colocou sobre
Seu ombro deslizando
Sua arma por seu corpo nu
E estremecendo de frio,
Medo e ódio.
O soldado tremia na sua frente
Assustado, com a arma
a percorrê-la apontando reta
Em seu corpo bonito e trêmulo.
-eu estou queimando,
Eu estou ardendo de desejo!
O soldado disse.
-Você esta com cede agora?
Tome da minha saliva!
Ela gritou e cuspiu
Contra o rosto dele.
Depois se aproximou
Com sua língua e o lambeu:
-Sinta a minha cede,
Sinta a minha cede.
Ela gritava trêmula
E ardente segurando o braço
Musculoso do soldado.
Depois num rompante de
Fúria ela puxou o braço dele
Para si e introduziu sua arma
No meio de suas pernas quentes
E seguras:
- Limpe meu corpo,
Me lave de desejo,
Tire este cheiro de vontade
De você que eu sinto agora!
Ela gritou.
Num ato desesperado
De desejo o soldado
Tentou pular a janela
Mas não conseguiu,
Então gemeu alto
E introduziu a própria arma
Que segurava dentro
Da vagina de Suzan e a moveu
Ferozmente e com desejos incotroláveis.
Suzan gozou alto
E o policial retirou a arma
De dentro de sua vagina
E então a lambeu:
-Deixe-me lavá-la
De desejo Suzan,
Deixa-me molhá-la
De porra.
Ele falou descontrolado.
Suzan tremia recostada
A pia de louça suja.
-Cuspa em meu corpo,
Me lave com sua saliva.
Ela gritou e o outro policial
Que esperava na viatura
Pôs-se a vir até eles:
-Shmit o que você está esperando?
Aconteceu algo errado?
Ele indagou enquanto
Estava a caminho deles.
-Gostosa, vadia,
Vou de lavar de prazer.
O soldado gritou da janela
Gemendo alto,
Então, cuspiu nos seios
De Suzan e depois tocou
Em seu pênis e lhe jogou porra
No rosto gemendo muito.
-Já vou Ronann.
Gritou ele
Olhando para trás.
-Não chame ele,
Suzan, venha até minha casa
E tome seu banho,
Eu vou conseguir água para você.
O policial respondeu sôfrego
De desejos e se afastou.
Suzan arfou
E o policial manteve
Seu corpo nu oculto
De seu amigo através
De seu próprio corpo.
O pai de Suzan estava
Próximo a viatura
Gritando de ódio,
E ele foi conduzido
Até o Antonio,
Instante em que foram
Solucionar pessoalmente
O problema da falta de água.
Então, o cano foi concertado
Pelos quatro e logo
A água chegou até a caixa
De água de Suzan que feliz
Correu tomar banho.