sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Deus o Trouxe pelo Nome

Deus viu você
Erguer seu rosto
Para o céu
E tomar a direção da
Mesquita Sagrada.
Lá você pediu seu esposo
Para direcionamento,
Agora que você o desposa
Não deverá outro ser
O seu senhor,
O rumo para o qual
O seu coração deve
Lhe levar.
Aquele que seguir a palavra
De Deus não ficará em vão,
Mas, há aquele que
Conquistando sua prece
A nega e perde a fé.
A verdade vem de Deus,
Ele viu sua face,
Ouviu sua prece,
Não negue-se a seu esposo,
Você o pediu pelo nome
E Deus o trouxe por
Sua fé.
Onde quer que seu amor
Esteja,
Deus unira você a ele,
Conforme o fez,
Deus tem poder sobre tudo,
Porém, desposando este
Que você ama
Por que o nega?
Por que deixou de rezar?
Por qual motivo
Surgiu outro nome
Que tomou de sua alma
Os sonhos que você
Teve anteriormente?
Aonde quer que te dirijas,
Volte a face
A teu esposo,
Deus o reconhece
E ouviu de seus lábios
A prece,
Não temais o que dizem,
Lembrai de suas próprias orações,
Agradeça suas conquistas,
E não negue seus sonhos
Porque obteve vitória.

Deus te Reconhece

Deus conhece suas preces,
Vê seu olhar brilhar
E sabe para onde
Aponta a sua face
De nome e face.
Não há outro
Que sabe mais
Do que você sente
De que Deus,
Não confie que seu próximo
Sabe mais de você
Ou de como você vive.
Haverá nisso dura prova?
Não.
Dura prova é você
Entregar a direção
De sua vida a um estranho
Que mal sabe do quanto
Você sofre,
O quanto reza,
E o tanto que merece
Conquistar seus sonhos.
Se você se direciona
A Deus o mais acontece
Por merecimento.
Deus sabe quem você ama
E Deus deseja
Que ambos permaneçam unidos,
Mas, nem todos aqueles
Que te cercam
Desejam o mesmo,
E cada um que se aproximar
Pode ter argumentos
Para impor um fim
Ao seu relacionamento.
Permaneça com o olhar
Direcionado a Deus,
Ele reconhece suas necessidades,
Seu amor,
E não há direcionador melhor,
Deus está atento.

A Deus o Poente

Aquele amor teve fim,
Na relação houve
O que ela levou de experiência,
E permaneceu o que há
Em sua alma.
Quando duas pessoas
Se amam,
Ninguém sai da relação
Da mesma forma
Ou a anula
Como se não tivesse existido.
Os insensatos indagam:
“De quem foi o erro
Que levou ao final
Do namoro?”
Aquele que foi inteligente
Sabe que não deve
Apontar e difamar o nome,
Dirá apenas:
“Deus conhece o levante
E o poente!”
O que for inteligente sabe
Que quando Deus une
Duas pessoas,
A oração as faz se amar
Para sempre,
Pois aquele que inicia
E aquele que rompe,
Não precisa ter mesmo nome,
Mas tem sua face reconhecida,
Uma vez,
Mudando o rumo da oração,
Perde a direção
De onde está sua paixão,
Perdidos de seu guia,
Perdem também sua motivação,
E o amor,
Mesmo eterno,
Perde-se,
E entra em disputa
Dentro de casa,
Dando fim ao que
Foi tão bonito
E do qual não resta
Mais que brigas.
Deus conhece
Tudo que retira
De sua vida,
E reconhece
Tudo que coloca
Em sua alma,
Não se deve
Lhe negar ouvidos.
Os insensatos que criam intrigas,
Não lhes sabem mais
Que seus próprios nomes,
Suas intimidades estão preservadas
Em Deus,
E não há outro
Que deve dirigir seu amor.

Símbolo do Amor

Dois namorados
Se amavam,
Contudo, ao discutir
Um munia-se do Alcorão
Para impor opressão
Ao outro,
Este, por sua vez,
Se impunha e usava
Das escrituras do Alcorão
Para oprimir
E responder da mesma forma
Ditadora que o outro.
Vez que o Alcorão
É escrita simples
Todo aquele que lê
Retira de lá seu entender.
Mas, Deus, não o fez
Para que fosse usado
De má fé,
E enviando este namorado
A mesquita o fez entender
Que o homem deve aceitar
A marca do amor
E celebrar com quem ama
O casamento
E como símbolo do ato
Deve pôr em sua mão
Uma aliança.
A aliança é a marca
Dos que amam,
A expressão daqueles
Que sentem afeto
E não o negam em público.
Por sua vez,
A moça que ama
Usa após seu nome
O nome do esposo,
Pois, constitui nova família,
Sente orgulho
De tudo que o namorado,
Agora esposo, representa
E coloca na aliança
Seu nome em símbolo de afeto.
Quem ama um ao outro
Não sente medo
De ter entre seus dedos
Uma aliança que brilhe
No dia e resplandeça na noite,
E nela ele grava o nome
Desta que ama,
Porque o afeto marca
A alma e é demonstrado
Em atos públicos.
O amor não é para
Ser escondido,
Qual marca em seu dedo
É melhor?
(Há quem prefira algemas,
Acredite,
Estes não são felizes)
Quem ama
E assume seu amor
Não comete crime,
Prevaricador é quem esconde,
E Deus está atento,
Respeite o que sente,
Assuma seu amor,
Dá a está uma aliança
Com seu nome,
E uma família que os ajude
A serem felizes.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Palavra: A Fonte de toda Ação

A palavra proferida
Produz adeptos,
Convence a quem acredita.
Depois de falada a frase,
Prende-se a ideia,
E faz dela
Um caminho
Em que a carrega consigo
Como verdade
E fonte.
Quem bebe
Desta fonte
Se felicita,
Se convence
E segue.
Os adeptos fazem
Desta frase,
A ideia pública
Do que aquele que a disse
Acredita.
Depois de pública,
Outras pessoas seguem
E algumas poucas refletem
E regurgitam.
Afastada a ideia
Considerada errada,
O primeiro que a disse
Ainda se sente preso
Ao que falou,
E recusa-se a se afastar
Por mais que se diga:
“Primeiro, você está
Em erro”.
O primeiro não entende,
E ele tem seus adeptos.
Porém, o Senhor
Apresentou o nome
De cada coisa a Adão,
E Adão conhece tudo
Pelo nome,
Porém, os anjos não,
Mas, os anjos,
No céu,
Esquecem mais rápido.

No Quintal com Minha Inimiga Mortal

Rashid era agricultor,
Trabalhava com gado,
Todo dia plantava grama,
Todos os dias os bois
Se alimentavam dela.
Rashid casou-se com Aline,
Muito felizes,
Tiveram o Bruce Wayne,
Bruce gostava de galinhas,
Cuidava delas desde pintinho,
Corria atrás dos pintinhos
Brancos, pretos e amarelinhos.
O galo amarelo amava
O Bruce,
E a galinha Namadinha
Gostava demais do garotinho.
Certo dia,
Bruce notou
Que seus pintinhos sumiam,
Então, correu para a cozinha
E chorou abraçado
Mas pernas de sua mãe
Dizendo:
“Você está fazendo
Pintinho para o almoço!”
Ele gritava.
“eu não Brucinho,
Estou fazendo um gatinho”.
Mas, Bruce não se acalmou,
Como seus pintinhos
Não cresciam?
Para onde foram seus filhinhos?
Ele correu para fora
De casa,
Encontrou um ninho
Cheio de ovinhos,
Haviam vinte e cinco ovos.
Ele se acalmou,
Ficou feliz de novo,
Brincou com os ovos,
Logo teria mais vinte e cinco
Pintinhos para o seu terreiro.
Porém, um cheiro quente
Chegou no ar,
Bruce soltou os ovos
Que tinha no colo
E olhou para o céu.
Não havia nuvens lá,
Mas um cheiro estranho
E quente chegou nele.
O que será?
Ele se perguntou.
No outro dia,
Feliz contou ao papai
Rashid que encontrou
O ninho repleto de ovos,
Pegou na mão do papai
E correu levar o papai
Até lá.
Mas, chegando perto,
Viu o que não queria ver,
Cascas de ovos
Por toda parte,
E ovo nenhum mais
No ninho,
Cadê os bichinhos?
Foram comidos!
“Quem comeu os ovos
Da galinha do meu filho?”
Gritou Rashid exasperado.
E pegou o filho no colo
E correu para a cozinha.
“Você está fazendo pastel
Aline?”
Ele indagou falando
Do lado de fora da janela
Aberta.
“Eu não, meu amor!”
Respondeu ela
Que abria uma massa
Com o rolo.
“Mas papai,
Ela está fazendo massa!”
Gritou Bruce Wayne
Apontando para as mãos
Da mamãe sujas de ovos
E a massa sendo aberta
Aos seus olhos.
“Mas, querido filho,
Que mal há nisso?
Você ama massa!”
Ela disse.
Levando a mão suja
Até o rosto do filho
E repousando um beijo
No rosto do esposo,
Ao seu esticar da pia
Para fora da janela.
Mas, Bruce irritou-se.
E empurrou a mão da mamãe
Com força.
“Você catou os ovos
Dos meus pintinhos
No ninho e está fazendo
Massa deles”.
Ele gritou,
Se jogou no peito
Do papai e chorou.
“Não filho,
Estes ovos
Foi você quem trouxe,
Não são os dos seus pintinhos.”
Ela disse com amor.
“Mentira mamãe”.
Continuou Bruce aos
Prantos.
“Verdade filho,
Sua mamãe não mente.”
Disse Rashid.
“Vamos ver o gado
E você se acalma,
Logo descobrimos
O que houve.”
Disse Rashid.
E subiu ladeira acima
Com o Bruce no colo
Ainda chorando.
No caminho ele achou
Alguns pés de Pitaya
E colheu algumas frutas
Para os dois,
Depois sentaram sobre
Umas pedras próximas
A plantação de Pitaya
E comeram a fruta
Abrindo com os dedos
E comendo com a própria boca,
Sem facas ou outro
Utensílio.
Com isso,
O gado assustou-se
Ao vê-los lá de longe,
E começaram a correr
E pular e soltar os pés
Para trás.
“Há algo errado filho”.
Disse Rashid.
Se levantando das pedras
E olhando assustado
Para o gado
Que corria atordoado.
“to, tô, tô, toooo”.
Bruce disse,
Levantando a mãozinha
Para o alto
E chamando o gado.
O gado ouviu
E se acalmou,
E a passos rápidos
Veio até ele
Por meio do potreiro
Que ficava ao lado
Deles.
“O que vocês tem?”
Perguntou o Bruce
Assustado.
O gado chorava
De medo e levantava
Os pés do chão,
Como se dissesse
Que algo da terra vinha
E pegava eles.
Rashid ficou assustado
E contou o gado,
Faltava três bois.
Cadê os bois?
Bruce olhou
Para a janela
E buscou a mamãe,
Que cortava o macarrão
Com uma faca sobre a pia.
Rashid não se contentou,
“Há alguém nos fazendo mal
Filho “
Ele disse.
Então subiu nas pedras
E buscou com os olhos,
Segurando o filho nos braços,
Buscou algo de errado próximo.
Não havia nada.
Depois disso,
Ele achou a estrada
De perto de casa
Muito suja,
E falou:
“ Filho, a estrada está suja
De capim grande e alto,
Eu vou capinar
Porque algum bicho
Surge dali e assusta
Os pintinhos e o gado
E eles fogem pra longe”.
Soltou o menino na escada.
“Ta bom, papai”.
O menino ficou ali
Comendo Pitaya.
Rashid pegou a enxada
E foi capinar,
Da escada, Bruce notou
Aquele ar quente perto do
Papai e correu até lá,
O ar vinha do canavial
Ali debaixo da estrada.
Bruce correu,
E viu algo escuro
Dentro do canavial
Como se fossem três grandes
Pneus um sobre o outro.
Inocente,
Pulou sobre aqueles
“Pneus”,
Porém, chegando lá
Viu se tratar de uma
Gigante cobra,
Escura por cima
E desenhada por baixo,
Com cores da terra
E desenhos que lembravam
Folclore árabe.
“Papai”
Gritou o menino
Agarrado a cobra
Com unhas e dentes.
Então, a cobra virou
A boca da direção
De Rashid
E não o comeu,
Mas tentou
Comer o Bruce.
Rashid se levantou
Do capim que cortava
Com a enxada e viu
Tamanha cobra.
E se assustou.
“Filho, filho, filho”.
Gritou.
E a cobra tomou
Conta do céu,
Enegrecendo o azul
E era enorme,
E alcançou grandes proporções.
A galinha e o galo
Correram para ajudar,
Pulando com os pés 
No couro da cobra
E mordendo ela
Sem parar,
Os pintinhos pequeninhos
Que mal andavam
Também ajudaram piando,
E bicando com seus 
Pequenos bicos.
Nisto, Wolverine 
Correu muito irritado,
E mordeu o rabo
Da cobra e o puxou,
Eis que era enorme,
Chegou até o quintal
De casa
E a cobra não saiu do céu.
Ele arranhou com as garras
O rabo da cobra,
E mordeu com toda força,
Então, a cobra dançava 
No ar,
Parecia não sentir dor,
Quase sorria,
Feliz porque iria se alimentar 
Da família de Bruce.
Mas Rashid lhe desferiu
Cinco golpes mortais
Com a própria enxada
Na cobra,
E ela caiu no chão como
Se fosse um prédio,
Enorme, negra e sem controle
E Bruce caiu do lado,
Mas Rashid o pegou no colo.
E com a outra mão
Jogou pedras na cobra,
Que morta,
Abriu a boca devido
Ao golpe e vomitou
Os ovos do Bruce
E também um boi.
Bruce gritou de medo
“Corre papaiii”.
Ele disse.
“Não se preocupe filho,
A cobra está morta”
Gritou o papai.
Depois ele pegou uma
Enxada e cavou sem parar,
Fez um buraco enorme
E jogou a cobra dentro
Para que não sobrasse nada
Dela.
E a partir de então,
Os ovos trouxeram
Muitos pintinhos
E o gado nunca ficou
Assustado.
O Bruce ajudou
O papai a cavar o buraco
Com suas mãozinhas
De bebê,
E também ajudou a empurrar ela,
E a cobrir o buraco
Com terra e pedras.
Ninguém contou nada
A mamãe
Para ela não ficar assustada,
E mamãe fez para almoço
Macarrão com bacon
E batata fritas e queijo.

Meu Esposo

Saudade do meu amor

Que não se contém

E sempre me ajuda

Em tudo que eu precisar.

 

Ele vê a estrada suja,

Não se poupa,

Pega a enxada

E me ajuda a capinar.

 

Dividimos o trabalho,

Eu amontoo a sujeira,

Ele recolhe com a camioneta

Strada,

E leva o capim recém

Capinado

Para dar de alimento

Aos porquinhos.

 

Aproveitamos

Colhemos uvas na parreira,

Ele lava de uma a uma,

Eu seco com a toalha,

Depois guardamos na geladeira.

 

Ele me protege dos insetos,

Dos animais peçonhentos

Ou bichos venenosos,

E eu protejo ele de tudo

Que posso,

Nós protegemos um ao outro

E eu o amo

E sinto saudades

Até mesmo se ele for

Ao banheiro,

É perto,

Mas eu sinto falta

E o amo,

Amo sem parar.

Destino à ROCAM