Dois namorados
Se amavam,
Contudo, ao discutir
Um munia-se do Alcorão
Para impor opressão
Ao outro,
Este, por sua vez,
Se impunha e usava
Das escrituras do Alcorão
Para oprimir
E responder da mesma forma
Ditadora que o outro.
Vez que o Alcorão
É escrita simples
Todo aquele que lê
Retira de lá seu entender.
Mas, Deus, não o fez
Para que fosse usado
De má fé,
E enviando este namorado
A mesquita o fez entender
Que o homem deve aceitar
A marca do amor
E celebrar com quem ama
O casamento
E como símbolo do ato
Deve pôr em sua mão
Uma aliança.
A aliança é a marca
Dos que amam,
A expressão daqueles
Que sentem afeto
E não o negam em público.
Por sua vez,
A moça que ama
Usa após seu nome
O nome do esposo,
Pois, constitui nova família,
Sente orgulho
De tudo que o namorado,
Agora esposo, representa
E coloca na aliança
Seu nome em símbolo de afeto.
Quem ama um ao outro
Não sente medo
De ter entre seus dedos
Uma aliança que brilhe
No dia e resplandeça na noite,
E nela ele grava o nome
Desta que ama,
Porque o afeto marca
A alma e é demonstrado
Em atos públicos.
O amor não é para
Ser escondido,
Qual marca em seu dedo
É melhor?
(Há quem prefira algemas,
Acredite,
Estes não são felizes)
Quem ama
E assume seu amor
Não comete crime,
Prevaricador é quem esconde,
E Deus está atento,
Respeite o que sente,
Assuma seu amor,
Dá a está uma aliança
Com seu nome,
E uma família que os ajude
A serem felizes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário