domingo, 12 de julho de 2026

Encontro no Caixa

 A garota estava fazendo compras,

De repente, um senhor

No meio do mercado 

Começou a esbarrar nela

Sugerindo que saísse

Com ele

Em troca ele lhe pagaria

As compras.


Ela ficou triste e tremula,

Sem saber como agir,

Então, quando foi tirar

As compras do carrinho,

Este senhor chegou 

Por trás dela

E lhe deixou sem saída,

Suspirando e suando forte.


Ela estremeceu de medo,

Todos estavam vendo a cena

E comentando,

Ele não parecia dar atenção,

Então, um lindo rapaz

Se aproximou e lhe desferiu

Um golpe de soco no rosto

Que lhe derrubou

Para o lado.


O sujeito se levantou

Do chão,

Pediu desculpas e saiu

Por trás do rapaz,

Então, a traição ele

Desferiu um soco 

Na cabeça do rapaz

Usando as duas mãos

Unidas e fechadas.


O rapaz caiu inerte no chão,

Batendo a cabeça

Feito um fiapo de gente,

Um objeto que é lançado

E ninguém retem.

Voou poeira do chão

Fazendo a garoto tossir

E chorar de tristeza.


Logo ela se jogou

Sobre o rapaz que estava

Inconsciente e se acomodou

Sobre as pernas dele,

Então gritou alto:

-"socorro, ele matou 

O garoto,

Socorro,

Ele é um assassino,

Um matador frio incalculável."


Alguns indivíduos se aproximaram

Da garota e pegaram

O homem pelo pescoço

E o retiraram de perto dela,

Ela iniciou manobras de salvação

Para o rapaz,

Que estava inconsciente,

Então, o pai dele chegou por trás

E lhe desferiu pontapés

Sobre os ombros.


Então, saiu dizendo:

"maldito,

Este maldito quer casar-se

Com puta ao invés

De escolher mulher de classe,

Maldito,

Prefiro sua morte

Que aceitar que difame 

Meu nome Menns."


A garota olhou

De cima das pernas 

Do rapaz e chorou

Agachada sobre ele,

Então, uniu suas mãos

Sobre o coração

E as beijou para que

Pudesse salvá-lo em

Último ato de amor

E prece.


O rapaz levantou o rosto

E respirou tossindo 

Com dificuldade e respirando

Pouco, logo ele se recuperou

e viu  a garota sobre suas pernas

Sorriu feliz.


-"Eu achei... achei que você

Não resistiria."

Ela disse

Pegando suas mãos e

Levando sobre seu peito

Arfante e quente.

Sua voz estava trêmula

E resignada de desejo,

numa reação inconciente

Ao amor,

Surpreendendo-o.


-"não sou fácil de ser morto".

Ele disse,

E a puxou para seu peito,

Levantando as pernas

Num convite ao sexo,

Ela abriu suas pernas

E o recebeu tremula

E ansiosa,

Baixando sua calça levemente.


O medo dominou a ambos

E os impediu de pensar,

Entre os dois caixas,

No chão,

O casal se amou sem parar.

A garota do caixa

Continuou passando

As mercadorias.


Então, mais tarde ambos

Se levantaram e ele ficou

Em pé de prontidão

Na frente dela de costas

Como se fosse seu segurança,

Sua arma humana,

Seu punho de ferro,

Seu pontapé de aço inoxidável,

O seu grande homem,

Que a protegeu e 

Foi protegido agora 

Levantava-se feito um herói destemido,

E a deixava salva e sã.


Ela lhe sorriu,

Uma lágrima beirou seu olhar,

Que ela não tentou disfarçar,

Sorriu e permitiu que o amor

Transbordasse em seu rosto.

Depois, ela o segurou pelos ombros,

Se aproximou de seus braços,

E se agachou para abraça-lo,

Ficando recostada em sua cinrura,

Abraçada a ele fortemente.


Ali recostada,

Ela o notou com um problema

Na coluna onde ela estava

Levemente agachada para trás,

Ou seja, torta,

um problema próprio de pessoas

Mais altas que por sentirem-se

Intimidadas com a presença

De uma multidão se retesam

Para baixo em busca de passarem

Despercebidos ou não chamarem

Atenção de público por vergonha

Da estatura ser realmente evidentemente alta.


Com isso,

Ela levou sua mão

Até seu coração e pediu 

A Deus intercessão,

Deus aqueceu sua mão

E ela acariciou este 

Por quem se apaixonou instantaneamente

Usando as duas mãos,

Organizou seus músculos 

Que estavam tesos,

Depois organizou sua coluna

Lombar que estava arcada,

Na posição em que ele

Se colocou de estar parado

E de braços cruzados sobre

O peito,

Mantendo o peso para trás,

E não no corpo todo,

Conforme teria de ser feito.


De tanto manter o peso

Sobre a coluna e não

No corpo a coluna rendeu-se

um pouco,

Mas, o amor de Legislaine

Foi mais forte que o osso

Que verga mas não quebra,

Mais intenso que o músculo

Que se retesa mas não se rompe,

Mais forte que o pai que julga

Mas sua palavra já não fere.


Depois de arrumar sua coluna

E organizar sua camisa amarela,

Ela se colocou de volta

Na posição inicial 

De estar recostada na sua cintura,

Então o olhou lá de baixo,

E nunca viu homem

Mais lindo ou mais perfeito

Que ele.


O olhar de magdielson 

Disparou lá de cima

Feito uma águia

Que desce profunda lá do ceú,

Caindo de um azul profundo,

E vindo até ela

Fazendo disparar seu coração,

Alvejado de desejo,

O arremesso do olhar

Teve recepção calorosa,

O branco do teto parecia

Um algodão doce de nuvem

Que lhe trouxe o mais puro

Do céu,

O amor nas asas de um olhar

Compenetrado e apaixonado,

Ele capturou-lhe os lábios

Com um beijo sedento,

O efeito era de voar 

num céu arrebatador

Do qual não se consegue

Soltar,

Suas mãos fortes

A agarraram sem perdão,

Ela o enlaçou pelo pescoço,

Com paixão e desejo sedento

Por muito mais tempo,

E privacidade,

O beijo se aprofundou

E se tornou íntimo,

E uma salva de palmas e gritos

E risos despertou ambos

Do transe de amor e carinhos.


Ele sorriram alto,

E continuaram a passar

As compras no caixa

E por no carrinho para levar

Para casa.

E ele ficou lá em pé,

Só depois de muito tempo

Desviou o olhar da plateia

Para se direcionar a ela

E sorrir daquela forma

Que jamais outro sorriria:

Com amor e proteção.

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