Amar é volúpia!
Mas, existem instantes
Em que você repensa
Cada atitude
E se cansa.
Vira as costas
Retira a aliança
E a carga de dor
Se extrai
Como se estivesse liberta!
Porém, o tempo passa
E a saudade chama,
Os beijos retornam a mente
E a alma clama:
Volta-se a por a aliança
Como se tudo estivesse
Limpo e perdoado!
A aliança passa a ser
Uma espécie de amuleto
Que vem para o dedo
Para dar sorte,
Apagar todos os erros,
Alcançar sonhos,
Gravar um nome
Ao qual se apegar
Sempre que a dor vier
E fizer sofrer.
Com o amuleto
Bem preso ao dedo,
Sente-se que tudo
Está perfeito
E que não há obstáculo,
Ou impecilho,
Prevalece o amor e pronto!
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