É sabido
Que a beleza confunde,
Você não sabe
O que fazer,
Que palavras dizer,
Ou como proceder,
Foi assim comigo.
Eu encostei minha moto
Na calçada,
Puxei seu vestido comprido,
Ela não pode segurar-se,
Parou com a bunda
Em minha mão,
Eu a puxei,
Segurei até sentir
Seu corpo
Em minhas mãos.
A ergui nos braços
E segui até dentro
Do hotel,
Tinha apenas uma secretária,
Ela me olhou com atenção
Eu não esqueci disso,
Levei a garota até o quarto,
Depois de pegar as chaves
Com a secretária do balcão.
Eu calei a garota
Usando minha mão,
Foi tudo tão natural,
Que a secretária
Não agiu mal,
Acho que não ficou
Desconfiada,
Afinal, não havia
Nada errado.
Eu senti prazer
Ao retirar o vestido
Da garota e vê-la nua
Sobre a cama,
Meio tonta,
Quase desmaiada,
Foi aí que pensei
Que eu tinha um
Abraço poderoso.
Depois disso,
Fiquei excitado,
Me masturbei a olhando,
Retirei sua calcinha
E depois de esbofetear
Seu rosto
E a ver vermelha
Com a marca da minha mão
Sobre ele,
Eu a deixei ali sozinha,
Com a porta destrancada,
A mercê de quem passasse.
Foi minha primeira vez
De testar poder,
Sim, só a deixei viva
Para me certificar
Sobre o quanto uma marca
De tapa na cara
Marca a pessoa
E o quanto a dor
A faz calar.
Se ela falar,
Ela morre,
E penso que ela
Sabe disso,
É bom que saiba,
Mesmo sem eu falar nada,
Caso eu volte a vê-la,
E voltarei,
Ela terá de ser mais
Submissa,
O tapa foi um arranhão
Diante do que posso fazer,
Ela precisa se comportar,
Ou então, morre.