sexta-feira, 10 de abril de 2026

Feliz aniversário mãe

Feliz aniversário mãe,
Acima de tudo
Eu juro,
Mesmo distante dos seus olhos
Eu sempre estou perto,
Porque te amo
E você é sempre meu
Primeiro pensamento.

Não se engane,
Eu estou sempre presente
Em pensamento
E coração,
E me alegro em ver seu sorriso
Crescer e refrescar seu olhar
Sempre que você me vê chegar.

Por tanto,
Do amor que você me ensinou
Tudo restou,
Eu vivo dele,
Vivo nele,
E espero sua visita
Todo o instante.

Estou enraizada em seu amor,
Sou edificada no seu amor,
Me completo com seu amor,
E me firmo na fé
Do que digo e sinto,
De tudo que existe
Seu amor é o mais bonito.

Conforme você me educou,
Eu transbordo gratidão
Por cada sonho que você sonhou
E me realizo
Em cada conquista
Do que você me ensinou
A buscar.

Não se escravize em enganos
Não importa o que lhe digam
Ninguém lhe amará como
Eu amo
Nem sentirá a falta que sinto
De estar perto,
De te abraçar,
De dizer que te amo mãe.

Não há plenitude
No que eu faça
Se eu não tiver sua graça,
Obrigada por me educar
Com poder e autoridade,
Você me fez amadurecer
E me ofereceu todos os alicerces
Que eu preciso para viver.

Não há amor
Que se estabeleça
Por mãos humanas,
O amor nasce na alma,
E floresce no olhar,
O amor nasceu com nós
E se multiplica em nossos carinhos.

Nosso amor nasceu no seu ventre,
Fez minha carne
De sua carne,
Minha vida de sua vida,
Meu sorriso do seu sorriso,
Você é minha flor favorita,
No meu jardim
É o que há de mais bonito.

Neste amor estou alicerçada
Em fé,
Não importa o que haja,
Permaneço em pé,
E no meu horizonte
O objetivo maior é sua face,
Minha mãe adorada,
Eu amo cada dia
Que passamos juntas
E cada sonho que sonhamos
Uma com a outra.

Você é meu auge,
É o despojar do superficial,
É meu sangue,
Minha alma,
Você sabe perdoar,
Sabe ajudar,
Sabe cuidar,
Você sabe amar
E me ensinou a ser assim,
Simples e humilde,
A distância que nos separa
É simples sombra,
Ou seja, é nada diante
Do imenso sol
Que há de amor entre nós.
Te amo mãe,
Feliz aniversário.

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Quem Bate é o Medo

Acordei tocado
Por longos dedos finos
E frios feito gelo,
Eles passeavam por meu corpo,
Derretendo-se sobre minha pele.

O líquido escorria,
De súbito abri meus olhos,
E me vi de frente para
Um longo corpo curvilíneo
De vestes escuras.

Então, quando sorri,
Uma espécie de fogo
Tomou conta de seu rosto,
E o quarto flamejava,
Enquanto eu arfava de espanto!

De repente, algo passou
A derreter e se aproximar
De mim,
Senti como se aquele ser
Vestido de negro
Estivesse se decompondo
Ante meu olhar perturbado.

Então, mais nada.
A chama diminuiu
E seus cabelos negros
Ficaram a mostra,
Depois suas sobrancelhas grossas
E bem delineadas,
Então, seus olhos,
Depois lindos lábios trêmulos
E seguros.

Notei que se tratava
De uma tocha de fogo
Que lentamente queimou
A querosene deixando
Uma fumaça densa e fedorenta
No ar,
Com aquele semblante
A tremeluzir atrás dela.

Era uma tocha
E atrás da tocha uma mulher,
A frente dela estava eu
Deitado e nu
Sobre minha cama.

Assombrado fechei
Meus olhos e adormeci
De puro espanto.

O universo fez silêncio aterrador,
Me atirei neste silêncio
E não quis mais nada
Além da quietude
E o escuro aconchegante
Onde eu nada via
E nada me espantava.

De repente, a chama
Se extinguiu por completo
Deixando-me a mercê
De um escuro mágico
Onde nada se via,
Eu pude notar mesmo
Com os olhos fechados.

Então, ouvi um barulho
De passos andando até eu,
E notei um hálito seco
Tocando minha face
Sem falar.

Eu desejei abrir os olhos,
Mas sabia que o escuro acolhedor
Acolheu aquele corpo esguio
E me deixou inseguro,
O silêncio de um túmulo
Me aguardava
Após o arfar de um peito
Próximo ao meu corpo,
Muito próximo.

Fosse o instante da morte,
Eu a recebi de maneira
Nada corajosa,
Fechei os olhos e
Não abri mais,
A espera.

Doce tortura que me conduziu
Até um sono profundo
Onde adormeci
E ao acordar não recordei muito,
Também não sonhei.

Apenas adormeci e
Permaneci calado,
Contando o ar da respiração,
Cortando o arfar do meu peito amedrontado,
Até me induzir ao sono
Sem sonhos,
Sem abrir os olhos
Ou mexer sequer um dedo.

domingo, 5 de abril de 2026

Nuvem da Morte

São 3:49 da madrugada
De Páscoa,
Contabilizamos mais de 1.000 mortos
Por insuficiência respiratória.
Falou o doutor Roultin,
Do hospital de Bangladesh.
Libertando o último corpo
Feminino que imobilizado,
Entrou arfando com dificuldade
E após espumou pela boca
E ouvidos e então, desfaleceu.
Não havia motivação
Para tal surto que atacou
O início da cidade,
E adentrou ao grande centro urbano.
Na reunião hospitalar
Concluíram que o que
Ocorreu de novo na região
Referia-se a um bando de mosquitos
Estranhos que tomou conta
Do céu feito uma nuvem escuro
No dia,
Afastando o sol da cidade
E após este episódio
Houve o surto motivado
De mortes.
Os mosquitos iniciaram
Seu ataque as 10:00 da manhã
Do mesmo dia,
E então, o hospital começou
O atendimento de pessoas
Com insuficiência respiratória
E não cessou mais.
Aparentemente, os mosquitos
Eram cheios de sangue
E este sangue era transmissor
De uma doença mortal.
Por isso, uma única picada
Produzia a morte instantânea
De grande parte da população
Mais suscetível a ter dificuldade
Respiratória.
Ao sair do plantão as 4:00
Da madrugada,
O doutor quase sofreu um
Infarto fulminante,
Vez que, havia mortos
Por todos os cantos da cidade.
Feito bonecos
Sentados ou caídos
Nos locais mais estranhos
E inesperados.
Mesmo as dependências de
Fora do hospital continha
Pessoas até cada canto
Da cidade.
Logo, foi enviado uma comunicação
Por meios de comunicação
Da região para que se trancassem dentro
De suas casas
Para evitar a infestação.
Os remédios contra mosquitos
Logo acabaram e seu efeito
Foi passageiro.
Os pernilongos penetravam
As residências pelos locais
Mais inesperados,
Quebrando vidro aos bandos
E atacando até mesmo
Dentro da carros.
Havia acidentes por toda parte,
Inclusive de carros
Que invadiam residências.
Os sobreviventes usavam chinelos
E desferiam chinela das
Nestes bichos até suas mortes.
As paredes ficaram todas
Cheias de sangue destes insetos.
O governador contratou
Helicópteros para jogar veneno
Sobre a cidade por via aérea.
Pessoas iam caminhando
Por cada rua passando veneno
Com máquinas especiais
Contra os insetos.
Porém, não foram poucos
Os helicópteros alcançados
Pelos insetos
Que foram derrubados
Sobre as residências,
Causando morte de todos
Os ocupantes
E danos irreversíveis.
Nas pessoas que iam
Caminhando passando
O veneno os mosquitos
Penetravam suas roupas
E lhes picavam.
Eles simplesmente, caiam
Com as mãos apertadas
No gatilho do veneno
Até perderem suas forças
E não se levantarem.
Já não tinha muitas pessoas
Para socorrerem uns aos outros.
Todos tossiam
E usavam máscaras no rosto
E um tecido sobre a máscara
Como meio de proteção.
O caminho para o hospital
Ficou lotado de mortos
E pessoas gritando de dor
E tossindo até acabar suas forças,
Caídos de boca aberta
Jogados sobre o capô
Dos carros
Com a mão esticada
Buscando ajuda.
A comida ficou contaminada,
A água também,
A população ficou exilada,
Sem comunicação
E sem meio de se ajudar.
Os aparelhos respiratórios
Não foram suficientes,
Os remédios não surtiam efeito,
A morte veio em pequenas doses
E não foi preciso segunda picada.
Um pequeno mosquito
Trouxe a ruína social,
E a dizimação do estado.
Insatisfeito, Morins pegou
Seu carro e foi até sua namorada,
A encontrou na cama,
Ninguém atendeu a porta,
Seus pais estavam mortos,
Em Frente a televisão
Com o controle de tv
Em suas mãos.
Ele correu ao quarto,
Juntou a garota
Já desmaiada de sobre a cama
E a levou de carro
Para qualquer lugar
Para onde pudesse fugir.
Um espírito estranho
O guiava a isso,
Parecia o rosto de sua namorada,
Porém, era de criança ainda.
Ele só entendeu
Depois de acelerar muito
O veículo e fugir rápido
Para outro país,
O mais distante possível dali.
Ela estava grávida
E seu instinto protetor
O informou sobre o filho.
Chegando no outro país,
Ela tossiu e apresentou
Os primeiros sinais fortes
De vida.
Estavam a salvos,
Ela e o bebê .
E lá atrás muito distante,
A nuvem de pernilongos
Voava pelos céus,
Aterrorizadora e próxima,
Muito próxima.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Deus é Piedoso

O homem é ingrato de berço,
É servo de Deus próprios servos,
Segue o caminho tortuoso
Se suas pegadas forem feitas
Por maior número,
Ele não gosta de ser solitário.
Ao invés de atribuir
O nascimento de suas filhas
A Deus,
O homem prefere sufocar até a morte,
Ele prefere os adornos do corpo,
Prefere o ouro
E regalias que o dinheiro trás.
E ele entrega tudo
Que estiver ao alcance,
Não diferencia,
Não consegue compreender
O livro evidente.
Eles dizem somente:
Encontramos nossos antepassados
Neste caminho,
E seguimos-lhes as pegadas.
Não importa que anteriormente
Não houvesse a leitura do Alcorão,
Ou que o livro não estivesse
Escrito ou ao alcance,
Só importa a estes seguir
O que os outros fazem,
Obedecer cegamente
O número de maior adeptos.
Continuarão assim
Mesmo que saibam da orientação
Correta que seus antepassados
Não possuíam,
Eles rejeitam a Deus
E ao invés de entregar
Suas filhas aos anjos,
Vendem-nas.
Estes serão derrotados,
Pelos guiados por Deus,
Os crentes não toleram
A venda de crianças,
Ou mesmo o estupro
Ou a violência em seus corpos,
Os crentes seguem Deus,
Deus os guia e não sei passado.
Estas palavras são transmitidas agora,
E estão ao alcance de todos,
A vergonha de vocês venderem filhos
Por trocados e achados
Há de ser encerrada,
Deus não os ampara.
Você é capaz de ver seu erro?
Dinheiro não traz virtude,
E ações são descobertas,
Cubra seu rosto,
Se envergonhe de suas atitudes,
Tenha as filhas para crescer,
Viver gosta de ideia de sua mãe
Ter sido estuprada ou sua avó?
Envergonhe-se e siga Deus.
Estuprar é inaceitável,
É ato vergonhoso,
É intolerável,
O dinheiro que isso lhes trás,
Não paga a morte que te espera,
O inferno é sua passagem,
Este gozo temporário.
Deus, pertence aos piedosos.

segunda-feira, 30 de março de 2026

Deus é bom

Um servo de Deus
Tinha 99 ovelhas,
O outro tinha 01 apenas,
O de 99 convenceu ao outro
A vender sua ovelha
Para ele.

Ele ficou com 100 ovelhas,
O outro que recebeu o dinheiro
Gastou tudo com mulheres,
Regado a bebida e cigarros,
Teve ainda um servo
Que o ajudava
No que fosse preciso.

Não é para se negar
Que o dinheiro logo
Teve fim,
E as mulheres partiram
De sua vida,
E ele que um dia
Teve uma ovelha
Agora não tinha bem algum.

Ficou a mercê da sorte,
Comeu do que o vento trouxe,
Colheu do que os pássaros
Plantaram.

A vida do preguiçoso
É terrível,
Por ventura,
Vem regada ao álcool,
Esfumaçada em cigarro,
Mas, seus amigos
São infiéis e traiçoeiros.

Cheio de arrependimento,
Implorou o perdão de Deus.

Que faria Deus por ele
Se tudo que ele teve
Ele tratou de dar fim
Para viver de regalias passageiras?

Deus protege
Os que trabalham
E valorizam seus bens,
Mesmo que poucos
Ou de pequeno valor,
Um bem próprio
É melhor que algum tempo
De bebidas e cigarros.

O vício corrompe,
Seja respectivos as drogas,
As mulheres ou aos homens,
Só tem valor a pessoa
Que trabalha honestamente,
As demais,
Tem fim previsível.

E disse Satanás a Deus:
“Seduzi-los-ei todos
Os seus servos”.

E Deus respondeu:
“Não fará mais que lotar
O inferno de seguidores
Seus,
E não lhe pedirei salário
Por isso.”
A verdade é que Deus
Fala as pessoas,
Mas, Ele não é obstáculo
Supremo aos que ouvem
E fazem-se de surdos.

Cada qual escolhe
Seu caminho
E o segue.

domingo, 29 de março de 2026

Deus Tudo sabe

Vedes os ídolos
Que invocais
Ao invés de Deus?
Mostrai-me
O que criaram na terra!

As promessas de seus ídolos
São feitas de ilusão
E lhes cobram preço árduo.

Acaso você gosta
De sustentar a igreja,
Doar dízimos caros
Para favorecer seus ídolos?

Acaso você não precisa
Deste dinheiro
Para alimentar-se
E poder trabalhar
Para usufruir de seu salário?

Ora, seus ídolos odeiam
O seu suor,
E não lhe auxiliam
A ser melhor trabalhador,
De que você almeja
Retirar seu sustento?
Da igreja?

Pare de sustentar um deus
De ouro,
O verdadeiro Deus está no céu
E ele não lhe cobra favores
Ou valores.

Suas palavras estão escritas
Gratuitas no livro do Senhor,
Este livro não está
Em suas mãos?
Ele é o Alcorão.

Agora que um mensageiro
Te ajuda a sair deste caminho
Transgressor de corrupção
E maldade,
Você só sente por ele aversão?

Seu orgulho perpetua a perversidade,
E ela fere apenas você.

Você caminha um caminho antigo,
Que seus pais foram obrigados
A seguir e vocês não perceberam isso,
Vocês tem chances de mudar,
O caminho de Deus nunca
Se desvia.

Mas o dos antigos
É cheio de erros e roubos
Este possui fim trágico,
Deus conhece seus corações.

Não perceberam
Qual o fim dos transgressores?
O deus deles caiu em contradição,
Cobrou muito dinheiro,
Os levou a perdição,
Acorde para os falsos crentes,
Liberte-se do crime,
Respeite seu semelhante.

Deus ouve tudo

E quando as palavras
De Deus
Forem reconhecidas
Por onde estiverdes,
Entenda:
É apenas um mensageiro
Que vos quer desviar
Do que vossos pais adoravam.

Isto não é atitude simples,
Costumes são criados
E perpetuados pelas pessoas,
Elas se agrupam rumo
A este intuito
E acreditam que é assim
Que se vive
Ou não refletem sobre
O que fazem.

Os que duvidam
Desta forma de ser
E buscam meios
Para ser diferentes
E evoluir socialmente
São considerados loucos.

A primeira atitude
É duvidar de tudo
Que se ouve
E que não condiz
Com o que a família perpetuou.

A segunda é evitar o mensageiro,
Rejeita-lo e até mesmo
Se enraivecer,
Mas, compreenda
Deus está contigo
E ele odeia a corrupção.

Não se aposse
Do que não te pertence!
Não force em pessoa alguma
As suas vontades,
Veja criança como criança
E velho como velho,
Respeite a todos.

Se você descrê
Deste que mudou
Sua maneira de ser
E as leituras que alimenta
A sua mente,
Não diga é magia manifesta!

O bem se perpetua
E o mal um dia tem fim,
Retire as ideias feias
De sua cabeça,
Recrie sua ideia de prazer,
Respeite e trabalhe,
Você é capaz.

Não inveje quem primeiro
Se libertou desta cultura
De estupro, prazer e roubo,
Dê forças a ele
E siga com Deus,
Você é capaz de evoluir
Sua mente retrógrada
Acostumada a obedecer
Um pai que te usou,
Estuprou e não te ensinou
A trabalhar.

A verdade chegou,
O erro não inicia a criação,
Nem a recomeça,
O erro induz ao fim,
Deus ouve e está presente.

Serão apanhados
Estes que se recusam
A ouvir Deus,
Viverão terror sem escapatória,
Mesmo se fores enviados
A túmulos,
Tão distantes estarão,
Não darão ouvidos,
Sofrerão,
Vivos e mortos,
Perecerão.

Um Princípe