segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Crimes Cibernético

Meu primeiro dia
De comando a frente do
08 batalhão de policiamento militar,
Iniciou-se com eu pulando
A porta do segundo andar
Do prédio
Para atuar no combate
A um incêndio
Que minha corporação
Composta por 600 homens
Ateou nas viaturas.
Foi simples,
Chamei o corpo de bombeiros,
Retirei o terno da farda
E joguei na água
Enquanto também puxava
Aos baldes de água
De uma torneira ali próxima.
De balde e farda molhada
Eu ajudei a não perder
20 viaturas em situações
De irregularidades que estavam
Abandonadas no pátio.
O governo entrou em descaso
Há muito tempo,
Abandonou de entregar as verbas,
Cortou salário,
E o máximo que pôde.
Nisto, não tínhamos
Dinheiro para o combustível
E a manutenção,
Logo, muitas viaturas
Foram estacionadas
Umas em frente as outras.
Depois disso,
Veio a irá policial
E a queima,
Se eu me descuido
Eu sou queimado vivo.
Irritado,
O mandante da queima,
Retirou a arma do coldre,
Apontou para a minha cabeça
E atirou.
Na minha sorte,
A arma falhou.
Tive que anotar mais esta falha
No que se refere
Ao emprego e destinação
Das verbas públicas
Relacionadas com o efetivo,
“Compra de armas defeituosas”.
Mas, devido a ela
Estou vivo.
O caminhão dos bombeiros
Chegou, controlou as chamas
E logo iniciaram as ocorrências,
Eram 350 por ano,
Ou seja, pouco mais
De uma por dia.
Das poucas viaturas
Que tínhamos,
Diminuímos ainda mais
E passamos ao policiamento
De outras modalidades.
Nisto, passei noites em claro,
Nas ruas eu era julgado
Por não cumprir
Com meu dever
De transmitir segurança
A população
E dentro do batalhão
Eu sofria justiçamento
Por parte dos integrantes
Que já não queriam compreender
A falta de alimento
De qualidade e outras coisas
Relacionadas a verbas públicas.
As fardas estavam
Sendo consumidas
Pelo uso,
Nisso incluíam
Os coletes balísticos
E o armamento que enferrujada
E consumia nossa defesa
E meio de exercer o ofício policial.
Nisto, recebemos
Uma ocorrência de violência doméstica,
Chegado lá
Os integrantes do marido
Baderneiro e violento
Atearam fogo na viatura
Com os policiais dentro,
O soldado Michelangelo
Saiu a tempo
De receber um tiro nas costas
E cair sangrando
Antes mesmo de defender
A mulher espancada,
Que chorava com a mão
No nariz e sangue no rosto.
Agora, há problema
Para remover a viatura de lá,
E os corpos,
E o esposo violento
Retirou o celular da esposa
E não permite contato.
Os integrantes da família dele,
Homens viciados
E vendedores de drogas
Do tipo violento
Ameaçam matar
Quem se aproximar de lá.
Com isso,
Meu efetivo perdeu
5 viaturas e 10 homens.
Agora, implantei o sistema
Pós-crime,
Uma maneira de acompanhar
O delito ocorrido
Mesmo após ter feito
A sistemática de praxe,
Ou seja,
Encaminhar para a delegacia
E o judiciário.
Tempos após
Ter solucionado os conflitos,
Nós fazemos uma investigação
Para denominar
E compreender os pontos
De mais altos graus conflitivos
E as espécies de ocorrências
Que lá ocorrem,
Assim, daremos uma ação direcionada
A segurança policial.
Quanto as viaturas,
Chamamos 15 delas
Fizemos um cerco
Em todo redor da residência
E possíveis casas
Que emprestaram contra
O efetivo,
Recebemos a tiros,
Respondendo da mesma maneira,
Retiramos todas e
Encaminhamos ao pátio,
E as pessoas,
Ou seja, os restos queimados
Foram direcionados
Para os procedimentos funerários.
Penso e busquei ajuda
De meus companheiros policiais,
De grau de comando,
Que haja algo
Muito errado nisto,
Há algo de politicagem
Que implanta este sistema
De justiçamento,
Ou seja, fazer justiça
Com as próprias mãos,
E está politicagem
Está causando um grau crítico
De medo, crime e insegurança
Em todos.
Quanto a este aspecto:
“não sou e nem sei lidar com políticos.
Não tenho habilidade,
digo o que penso
e odeio a injustiça”.
Deste modo,
Recebemos treinamento
Sobre meios inovadores
De cometimento de crime,
Então, soube
Que a moda é o crime cibernético,
Ou seja,
Por meios não convencionais
De internet, telefonia,
E etc.
Com isso,
Apresentei ao chefe
Do estado maior
Os números de delitos
Na região,
E a incompatibilidade
Com a realidade,
Disse a ele:
“São quase 200 mil habitantes,
Tem como existir
Apenas uma chamada
De emergência em nossos
Meios?
Não, não tem.
Algum sistema clonou
Nosso sistema de recebimento
De chamadas emergências,
Estamos todos:
Corporação e população
Em terrível estado de perigo.”

domingo, 26 de outubro de 2025

Movimento Sem Terra: Parcial e Tendencioso

Dona Rosa
Decidiu que Jura
Era filho de Mailson,
Juntou a criança
E seus outros 08 filhos
E se dirigiu para as terras
Dele todos armados
Até os dentes,
Menos a criança
Que ainda mamava
Leite na mamadeira,
Mas, que treinava
Puxão de cabelos,
Beliscão e arremesso
De chupeta.
Chegado lá
O seu Mailson
Já foi negando a paternidade,
Tratou de fechar a porta
Da casa e disse
Que para a criança
Não daria coisa alguma,
E que se Dona Rosa
Queria terras para plantar
E sobreviver já que ela
Nada tinha
Que se virasse
Conforme pudesse
E comprasse o seu cantinho
Em qualquer lugar
Que fosse
Porque as dele nem ao
Menos estavam a venda.
O irmão mais velho
De Jura,
Irritado retirou a arma
Da cinta
E atirou no peito de Mailson
Deixando ele estirado
No chão de casa.
Depois apontou
Contra a cara dele e disse:
“Voce tem muita terra
Ou divide comigo
Ou morre “.
Mailson teve de engolir
A dor, o choro
E o desespero,
Na primeira oportunidade
Fugiu para a cidade,
Chegou no compartimento
De direito Agrário
Se informar de seus direitos
De dono da própria terra.
Sabedor do tiro
Levado por Mailson,
O responsável agrário
Designou duas viaturas
Até a propriedade de Mailson
Para retirar Dona Rosa
E seus 09 filhos de lá.
Chegada a viatura,
A velha senhora
Se armou de alguns
Lampiões antigos
De dentro do porão
Da casa de Mailson
E tacou fogo na viatura.
Feliz e sentada
Na casa de Mailson
Jurou que ninguém a
Retiraria de lá
E que nesta casa
Mailson não seria
Mais bem-vindo.
Correndo a frente
Dos soldados
Mailson gritava
Sem parar
Com as mãos nos cabelos
Em desespero:
“Meu Deus,
A justiça Agrária
É rápida mas precária.”
E decidiu passar
Sua noite na cela
Da delegacia
Sem ter para onde ir,
Sem casa e sem terra
Por causa de algumas
Amaldiçoadas noites
De amor tórrido
Com a Dona Rosa.

Invasão de Terras

Seu Manuel inconformado
Porque morava muito longe
De recursos como saúde,
Alimentação e vestiário,
Já que residia lá no fim
Do município,
Juntou seus cães de caça
E não se importou
Com mais nada.
Chegou nas propriedades
Do Seu Plínio,
Sujeito idoso e solitário
E soltou os bichos,
Não importava-se com mais nada
Ou ele teria a posse de grande
Parte ou toda a terra
Do Seu Plínio
Ou partiriam para as vias
De fato.
Afiou sua foice,
Catou alguns cipos mil homens
Do meio do mato
E montou uma cabaninha ali,
Em pouco tempo
Ele reconheceria os passos
Do Seu Plínio e ganharia
A terra.
No entanto,
Seu Plínio era solitário
Mas esperto,
Ao subir no seu cavalo
Para buscar farinha
No moinho do Seu Edivar
Avistou de longe
Aquela cabaninha
Sobre suas terras.
Correu para as autoridades
Informar sobre a invasão
Antes que fosse tarde
E perdesse suas galinhas
E outros bichos de estimação
Que ouviu falar
“Seu Manuel
Não respira sem
Seus cachorros.”
E tendo os cachorros
Precisaria alimenta-los,
Se tornou evidente o desfecho.
Foi disponibilizado força
Policial para retirar
Seu Manuel de terras
Que não lhe pertenciam,
No entanto, o Ministério Público
Optou por efetuar Negociação
E uso do Diálogo
Para finalizar o resultado
Da ação de reintegração de posse.
Agora,
Seu Plínio e Seu Manuel
Estão intimados
Para comparecer no Fórum
Falar sobre este assunto,
Mesmo Seu Plínio sendo
O dono ele não pode
Agir com força bruta
Contra Seu Manuel,
Exceto de ele se exceder
E ninguém quer brigas,
Nisto todos concordam.
"La no banco
O movimento roubar a terra
Dos outros é livre
E praticado com dinheiro 
Na mão,
Tem até uma plaquinha 
Fora do banco que diz
Financie, realize seu sonho
E penhore sua terra,
No entanto, luto 
Pelo meu chão até 
O final dos meus dias".
Disse Seu Plínio 
Ansioso para pôr Seu Manuel 
Longe da terrinha dele.

Fábula dos Porcos Assados

Já dizia o professor Edivar
Na fábula dos porcos assados
Planejava-se com antecedência
Tudo que determinada população
Iria fazer:
Primeiro escolhia as melhores sementes,
Depois prepara a terra,
Então, as plantava
Para regar por algum tempo
Até que formava-se ali
Um bosque.
Com isto,
Os porcos criados soltos
Na terra nua
Encontravam alimento
Da própria terra,
Ao adquirir porte grande
Eram cercados em determinada
Parte do bosque,
E era ateado fogo ali
Para assa-los
E utiliza-los para alimento.
Com o tempo,
Um indivíduo de fora
Daquele lugar
Ao chegar ali
Achou o método estranho
De agir.
Preferiu criar os porcos
Na terra nua,
Porém, dentro de um cercado,
Nisto, ao adquirir um tamanho
Grande o bastante
Reunia-se a população local
Matavam-se os porcos,
Limpa-se sua carne,
E ao invés de queimar todo o bosque,
Retirava-se dele
Apenas algumas árvores
Para usar a madeira como
Combustível do fogo.
O sistema funcionava
Da seguinte maneira:
Cortava-se a lenha,
Separava a madeira
Para o fogo,
Desta maneira
Cortava-se quatro galhos
Maiores,
Fazia-se quatro buracos
No chão onde eram
Enfiados os 4 galhos,
Sobre os pares de galhos
Fincados no chão
Se colocava outro em cima,
Então, cortava-se
Outros galhos finos
Onde era fisgada a carne
Dos porcos mortos e limpos,
E colocados os respectivos galhos
Com a carne limpa
Sobre os dois galhos do alto,
Embaixo da carne
Acendia-se o fogo
Com a madeira restante
E os gravetos.
Só então, a carne era assada
E distribuída para a população.
Inconformados com a mudança
No sistema
A população se juntou
E reclamou da mudança,
Alegou que agora
Haveria falta de emprego
E que o modelo antigo
Era posto em prática
Por muito tempo
E ninguém queria mudar.
Contudo, o modelo novo
Se mostrou mais eficaz
Em distribuir a comida
Para alimento
E isto proporcionou mais saciedade
E economia de matéria prima.
Porém, a partir das modificação
Do sistema antigo,
Surgiu a necessidade
De implantar um posto policial
Para ouvir as reclamações
E acalmar o povo
Que acostumado com as coisas
Como sempre foram
Não queriam mudar,
Estavam habituados
Com o jeito como tudo
Sempre funcionou.
E já não entendiam
Que ao incendiar o bosque
Como anteriormente
Colocavam a vida da população
Em risco,
Inclusive as moradias,
Pois as vezes,
O fogo fugia do controle
E costumava queimar
A residência da Dona Alice
Que saia desesperada
Para fora de casa,
Chacoalhando o vestido
E o avental sujo de farinha
De fazer pão,
Tropeçando pela escada
Fugindo com o cabelo
Ao vento,
Escurecido de fumaça.
As razões apontadas
Para o fracasso do sistema antigo
Utilizava-se principalmente
Das seguintes alternativas:
“à indisciplina dos porcos,
que não permaneciam onde deveriam,
Ou à inconstante natureza do fogo,
tão difícil de controlar,
ou ainda às árvores, excessivamente verdes,
ou à umidade da terra,
ou ao serviço de informações meteorológicas,
Que não acertava o lugar,
O momento e a quantidade das chuvas…
Por este e principalmente
Por causa da Dona Alice
Tudo mudou,
Mas, o Seu Dirceu fugiu
Para os lados opostos
Com alguns porcos,
E todos sabem:
Irá lutar até às últimas forças
Para manter a queima do bosque,
Disse que desde menino era assim,
E na época do seu pai,
Também foi assim,
E nós tempos do avô também,
E está pouco de importando
Com seus chumaços
De cabelos queimados,
Ou as altitudes do fogo
Sem controle tomando todas
As árvores
E seguindo até as alturas.
Contudo, o delegado
Chamou o professor Edivar
E agora eles vão trabalhar juntos,
Está assinado e determinado:
“O sistema antigo é falho
E sua revitalização vai recuar”.

Justiça sem Justiçamento

A vontade do ser humano
Deve ser a extensão
Da vontade de Deus,
De maneira,
Que ao escolher um tempo
Para rezar,
Tenha sempre a certeza
De que Deus está presente
Para iluminar.
Cada dia
É uma nova oportunidade
De fazer melhor que antes
E manter os bons costumes,
Fazer justiça
Sem justiçamento,
Saber que Deus
Está sempre ao lado
De cada um
E que no instante
De sentir-se fraco,
Deus é forte o bastante
Para recarregar
As forças de quem precisar.
Ter um caminho seguro
E íntegro é escolha,
Porém, fazer justiça
Não é julgar os erros
Dos outros,
Fazer justiçamento
É estar em desacordo
Com os preceitos de Deus.
Condenar aprisiona a mente,
Justiçamento é fugir do controle,
Extrapolar os intuitos de Deus,
Deus é compassivo,
Compreende o erro,
Não condena,
Não aprisiona,
Não faz justiçamento,
Pertence a lei condenar,
Pois Deus é perdoar.
Cada ser humano
Deve seguir em acordo
Com a vontade de Deus,
Ser justo sem justiçar,
Compreender suas limitações,
Suas necessidades de luz
Sobre suas ideias
E que sempre é possível
Recarregar as forças,
Sempre abre-se as portas
Para o perdão.

Os Balões dos Erros

Certa vez,
Discuti com meu irmão,
No calor da conversa,
Eu lhe desferi um tapão
Forte contra seu rosto
Que estalou,
Virou de lado
E nos fez chorar.
Uso aqui o nós,
Porque meu pai
Juntou um chinelo
E bateu contra minhas pernas,
Depois nos colocou próximos.
Juntou uns dez balões
E os encheu com ar
E glitter colorido,
Após encher ele colou
Uma fita dupla face
E colou os balões
Em nossas camisetas compridas,
Falando o nome
De cada erro ou pecado
Que cometemos
Um contra o outro.
Foram muitos,
Nossas camisetas
Pesaram e chegaram
Aos joelhos,
Depois ele disse:
“Filhos, caminhem”.
Nós seguimos na frente dele,
Chorando de medo
E imaginando quando
Ele nos bateria
Com o chinelo dele
Outra vez.
Caminhamos tanto
Que nosso medo
Apenas cresceu,
Chegando um tanto longe,
Incapaz de olhar
Para trás
E ver se ele nos seguia,
Começamos a olhar
Um para o outro,
Depois, de nós encorajar
Decidimos olhar os dois juntos
E justamente,
Logo atrás de nós,
Estava ele
Com o chinelo nos pés.
Então, estremecemos
De medo e juntamos
Nossas mãos,
Tudo que queríamos
Era não apanhar
Nem de chinelos
Ou de qualquer outra coisa.
Então, ele nos pediu
Para parar e explicou:
“Sempre que vocês
Carregam erros com vocês,
Os erros de tornam evidentes,
E logo, logo,
Todos serão capazes de ver
Porque se tornaram públicos,
Nisto, vocês sujam seus caminhos
E ao seguir a mesma estrada
Sempre irão ver eles
Sendo reconhecidos
E recordados,
É só estourar cada balão
E será perceptível que os erros
Se espalharam,
E vocês serão culpados
E eu também serei
Pois não terei lhes ajudado
A superar e aprender
O suficiente.
Pesados de erros
E pecados ninguém segue
Muito longe,
Com o caminho sujo
E prejudicado
Ninguém alcança o sucesso,
E eu não serei um bom pai,
Nem vocês bons filhos.
Precisamos seguir unidos,
Amar um ao outro,
Nos perdoar
E ser sinceros.
As vezes,
Algumas coisas
Se espalham tanto
Que ganham proporções
Incapazes de ser contidas,
E vocês viram
Que mediante o medo
Vocês souberam buscar
A amizade um do outro,
É assim que deve ser
Desde o início,
Seguir juntos,
Com amor um pelo outro.

Amar Deus

Deus não é mais importante
Que as pessoas,
Escolher um tempo
Para dedicar a religião
É bonito e vem de eras,
Contudo, achar que eleger
Um ponto de vista
E colocá-lo acima de tudo
Não vem do sentimento
Amar a Deus.
Um amor por religião cego
E rígido demais consigo próprio
E com os outros é um erro,
Faz mal,
E vai contra amar a Deus.
Amar a Deus
É amar as pessoas,
Entender a religião
É ser tolerável com o outro,
Respeitar suas paixões,
E valorizar suas virtudes.
Todo o amor cego
É um amor burro,
E nunca atinge seu alvo
Pois se torna medíocre,
Dá a Deus
Um sentido pejorativo.
Deus é amar o próximo,
Amar a Deus
É ser benéfico,
Entender a divergência
Nas palavras,
Nos atos,
E não julgar
Como se você mesmo
Fosse perfeito,
Ninguém é.
Há sempre o arrependimento
Enraigado em todo discurso
Ou brigas com quem você ama,
Seus amigos
E as pessoas que são próximas,
Também fazem parte de sua família
E Deus precisa ser amado
E amar a Deus é amar as pessoas.
Pensar em Deus
É pensar no outro
Com carinho,
Amar Deus
É amar o outro,
Deus é feito de compaixão
E amor ao próximo.

Destino à ROCAM