sexta-feira, 14 de novembro de 2025

Amigas pra sempre

Senti saudades,
E tirei está fotografia
Para te mostrar
Meu sorriso triste
Por lembrar de você
E estar tão longe,
Então, não consegui
Te encontrar.
Está fotografia é uma
Simples lembrança,
Mas, espero que você
A guarde com carinho,
Queira estar mais perto,
E decida comer pipoca,
Assistir um filme
E vir mais até minha casa.
Guarde está fotografia
Com carinho,
Guarde com a mesma estima
Com que lhe tenho,
Você é uma pessoa muito especial,
Uma grande amiga,
Nunca irei esquecê-la.
O tempo tem por costume
Apagar as marcas
Em caminhos pouco
Percorridos,
Contudo, buscarei sempre
Te visitar
E não deixar chance alguma
Para o tempo
Ou qualquer coisa
Nos separar.
Obrigado por existir,
Uma amizade como a sua
Não se compra,
Nem se acha perdida,
Sua amizade não se compara,
Agradeço por você
Estar sempre perto
De mim,
Você é a pessoa
Que nunca esquecerei
E estará sempre
No meu coração,
Beijos amiga,
Sinto saudades.

Melhor amiga

Uma noite dessas
Deus veio me visitar
Eu lhe fazia uma prece,
Pedia pelo seu bem,
Querida amiga,
Então, Deus desejou saber
Se eu sabia
Onde meu anjo estava,
Mas não se preocupe
Eu não lhe contei onde você morava.
Você é uma pessoa especial,
Te adoro muito,
Vou sempre lhe desejar
Tudo de melhor,
Você está
E sempre estará
Guardada em meu coração,
Beijos doce paixão,
Te amo
Minha melhor amiga.

Melhores Amigas

Com carinho
Escrevo estas linhas
Te adoro,
Isto durara por toda vida,
Para sempre
Seremos as melhores amigas
Que alguém poderá ver,
As mais unidas,
Mais amadas,
Aquelas que passe
O tempo que passar
O destino não levará.
Lembra-se de mim
Nos dias tristes,
E que eu lhe traga
Uma lembrança
Que lhe dê um sorriso,
Dou-te está fotografia,
E lembra-se
Do quanto lhe estimo
E quero bem,
Olha para ela,
E sorria,
Pois distante de você
Eu sorrio também
E sinto sua falta.
Que isto lhe faça
Rememorar nossa amizade
E distantes uma da outra,
Que sirva de prova
Para o quanto nos
Queríamos bem
E assim ficaremos,
Amigas para sempre.
Dentre todas as amigas,
Que eu não seja esquecida,
Possa ser a melhor,
Ser aquela que lhe proporcionou
Os melhores momentos,
E lhe faça sentir saudade
E querer me ver.
Quanto aos nossos segredos,
Eu guardo todos,
Com sete chaves,
E um cadeado novo,
Lembra-se desta sua
Melhor amiga
E guarda está foto,
Onde registro
O quanto a amo.
Beijos, querida.

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Uau, garoto

Cai a noite nublada
Sem estrelas declaradas,
Com a lua calada,
E eu com nada a falar,
Mas, um rosto em que lembrar.
Talvez, fosse falar de beijos,
Alguns contatos
E muitos segredos,
Mas, seu rosto cala
O que poderia porvir,
Prefiro o estar ao seu lado,
Ter você aqui.
De boca a boca beijadas
Quantos lhe falaram
De amor,
Tantas quanto eu seria
Capaz de pressupor
Nestes muitos versos
Tudo que me diz seu olhar
E esconde seu rosto.
De promessa a promessa,
Levaria algum tempo,
Mas, lhe diria em versos
Tudo que já possa ter ouvido,
E em nada mentiria,
Lhe nutro afeto,
Juras escondidas,
E um aspecto de culto
Ao que sinto
E não dependo de retribuição,
Amo por afeição.
Poxa,
Você é todo lindo,
E eu toda desligada,
Você é todo sério,
E eu gosto disso,
Seu cabelo espesso
Lhe cai muito bem
Na moldura deste rosto
Perfeito
Que desperta meu encanto
E querer,
Gosto dos seus lábios fechados,
Eu o imagino
Esperando meu beijo,
Gosto dos seus olhos escuros,
Eu imagino chegar
Tão próxima que possa
Sentir seu cheiro,
E ver você do jeito
Mais profundo
E lhe ter do modo
Mais íntimo.
Garoto você é lindo.

domingo, 9 de novembro de 2025

Castigo Registrado

Desta vez
Mamãe soltou o celular
E voou para a minha direção
Tão rápida
Que praticamente não a viu
Até sentir um tapa voando
Contra mim
E ver meu celular pular
Contra a parede
Se esbugalhando.
Então, não tive tempo
De me voltar para ver mamãe
E ambas as suas mãos
Me acertaram contra a face
E ombros e barriga.
“Maldita,
Maldita puta.”
Ela dizia,
Eu me calei
Apenas arregalei os olhos
E senti medo e dor.
Depois disso,
Ela me puxou pelos ombros
Me jogando contra a escada,
E me fazendo subir
Em direção ao quarto
Entre coices e tapas.
Eu gritei e chorei,
Mas ela continuou gritando
Ainda mais alto:
“Perdida, meretriz,
Puta, vagabunda de rua”.
Eu não tive tempo
Nem coragem para indagar
O que havia feito,
Só gemi e me contorci de dor.
Depois disso,
Ela abriu a porta do quarto
E me empurrou para dentro,
Me viu caída no chão
E não se apiedou,
Seja o que for que ela
Descobriu a meu respeito
Era terrível,
Aliás cruel.
Sangue escorreu
Dos meus ombros
E pernas,
Então ela tirou os chinelos
E bateu com eles
Contra meu rosto.
Depois, me empurrou
Se deitou sobre meu corpo
Num abraço
Num rompante de desespero
E chorou.
“Há um vídeo seu
No YouTube
E você está fazendo sexo anal.”
Ela terminou de dizer,
Muito tempo depois
De eu me ver sufocada
Contra o chão.
Então saiu e trancou a porta,
“Fiquei aí até
Criar vergonha “.
Ouvi ela falar
E chorei.
“o quê?
Eu estava num vídeo
Fazendo sexo
E este vídeo estava
Publicado para o mundo
Inteiro me ver?
Meu Deus,
Este foi meu fim.”
Meu mundo ruiu
Em dor, sangue e revolta
E o pior de tudo
É que transei
Com um número significativo
De garotos
E realmente,
Eu não saberia dizer
Quem fez isto contra eu.
Me filmar sem avisar
Para liberar acesso
A estranhos sobre minhas
Intimidades,
Meu corpo e minhas virtudes.

Garota Boba

Claire sentou na cama
Em noite escura,
Permaneceu na penumbra
Imaginando as estrelas
Da noite nua,
Sem lua,
Sem planeta,
Solitária,
Feito ela.
Sua mãe descobriu
Que ela praticava
Sexo anal
E decidiu não perdoar,
A enviou para o quarto,
Cancelou o patins,
E as amizades do bairro.
Agora,
Cada vizinha saberia:
“Sim, Claire faz sexo anal,”
E o falatório estava lançado
Aos ventos de norte a sul,
E para toda parte,
Logo viria o acréscimo,
“Já pensa em casamento”.
Contudo, a mãe irritou-se,
Deixou a bíblia aberta
E recomendou leitura,
Se trancou no próprio quarto
E chora compassiva,
Diz que Claire já não terá
Bom casamento
Ou futuro.
Pois é,
Claire entregou-se
A falsas promessas
E agora teve o futuro corrompido,
Dilacerado e a sangrar,
Feito as malditas fotografias
Que o Ricardo decidiu
Tirar sem sua permissão
Numa das noites
Em que sua mãe
Lhe permitiu trazer o amigo
Para o quarto
Para estudar
E acabou ficando tarde,
E então, ela deixou
Ele posar.
Não foi uma noite juntos,
Foram várias,
Não foi única vez,
Foram muitas,
E agora,
As fotos dizem mais
Do que Claire gostaria
De ver,
E muito mais do que sua mãe,
Iria querer saber,
Mas soube,
Sem querer,
E agora,
Restava noticiar ao pai.
Homem humilde
E trabalhador,
Porém, severo em suas idéias
E práticas,
Talvez, Claire seria obrigada
A trocar de escola,
De amigos
E até mesmo o bairro.
O pai é homem
Muito pragmático,
Não tolerara a ideia,
E se chegarem as fotos
Até suas mãos,
E chegaram,
O futuro está previsto:
Se mudar de cidade,
De trabalho,
De amigos.
Ferida,
Largada ao mal inevitável,
Ela fez sexo anal
Cedo demais,
Não ouviu os pais,
E talvez, não tenha
Sido apenas Ricardo
Quem tirou fotos
E a expôs.
Ocorreu de o muro
Da escola ter suas fotos
Coladas do início ao fim
E eram muitas,
De variadas poses,
Nenhuma postura,
Irremediável,
A mãe, merendeira da escola
Chegou cedo ao trabalho,
Mas, sentiu-se fraca demais
Para ter tempo de descolar
Cada fotografia
E evitar o mal maior:
Mas, o que houve
Não tem como calar.
Claire fez sexo anal,
Variou posições pornográficas
E agora, só falta estar a venda,
Feito uma peça de roupa,
Porém, ela está nua,
Fragilizada e entregue a realidade
De quem não se importa com ela:
“Os garotos espertos”.

sábado, 8 de novembro de 2025

Sangue e Vergonha

De repente,
Logo na entrada
Do supermercado,
Minha rival
Decidiu pegar o microfone
E gritar seu trunfo
Contra eu.
Simplesmente, ela disse:
“Pois é, dona Leila,
Sua filha,
Agora, faz sexo anal”.
Ela disse desta forma
E meu mundo ruiu.
Eu quis correr,
Disfarcei e peguei
Um carrinho para compras,
Apertei meus dedos
Muito forte nele.
Mas, minha mãe explodiu,
Uivou de raiva,
Se jogou no chão
Caindo ajoelhada
Com um barulho terrível
De ossos batendo
Contra o piso frio.
Levou as mãos
Ao próprio rosto
E arranhou-se inteira,
Fez vergões
Na própria face,
Depois continuou
E fez saltar sangue.
Então, retirando
De dentro dela
Uma força sobrehumana,
Se pôs em pé
E correu em minha direção
Uivando ódio,
Terror e vergonha.
As pessoas se encolheram,
Abraçaram umas as outras,
E os filhos correram
Para seus colos protetores,
Enquanto parte do meu cabelo
Voou nas mãos da minha mãe,
E parte do meu rosto
E pescoço,
Eu penso que também.
Sangue de vergonha
Se misturou com o sangue
Do medo,
Numa poça de desgraça
Que fez meu esposo
Escorregar,
Depois de pisar sobre ela
E cair de costas
Estirado em meio
Ao mercado lotado.
“desculpa, mãe,
Perdão “.
Eu lembro de dizer,
Mas, eu já não era criança,
Nem minha mãe estava
Tão calma quanto antes,
Eu pensei que ela fosse
Me matar
Pois nada retirava suas mãos
De sobre meus cabelos,
Puxando para todos os lados,
Aliás, ninguém tentou.
A minha rival,
Ria e gritava o nome
Do homem com quem
Entreguei minha virgindade
Lá daquele maldito microfone,
E minha notou
Que não se tratava
Do meu esposo,
E meus cabelos também.
Eu achei que ela
Fosse infartar,
Simplesmente,
Ela se jogou para trás,
Olhou para a minha face
E uivou de raiva,
Se jogando
Com as duas mãos contra
O meu rosto,
De tapa em tapa
Na minha cara,
Fazendo minha bochechas
Avermelharem e saltarem
Para os lados
Junto com lágrimas
E o próprio terror.
“Sim, a Samara sempre
Me odiou,
Encontrou um homem
Para me estuprar
E só agora lhe contou”.
Eu consegui dizer
Entre todos os tapas
Contra minha boca.
Depois, minha mãe
Olhou para dentro do mercado,
Olhou cada rosto
E saiu desesperada
Agarrando seus próprios cabelos
Para fora
Aos prantos gritando
“Que vergonha,
Que vergonha “.
E meu esposo desgraçadamente
Ficou inteiro e vivo.
Serviu para se levantar
Daquela poça de sangue
Dor e vergonha
E puxou meu braço
Mercado adentro
Jurando ódio
E vingança implacável.

Destino à ROCAM