Ela entrou assustada no bar,
Estava vazio,
Pediu um drink,
Sentou bebericar a bebida.
Um homem entrou,
Ele usava um turbante
Negro com vermelho e verde,
Rodeado por uma coroa
Feita de tecido escuro e amarelo.
Ele usava uma espécie
Estranha de vestido masculino,
Na cor vermelha com traços negros,
Ele foi até ela,
Tirou uma faca do bolso
E esfaqueou o sofá
Onde ela estava sentada,
Penas voaram para
A sua frente,
Ela assustou-se,
Ele a empurrou contra
A mesa de centro do bar
E a estuprou ali mesmo,
Com uma faca
Brilhando ao lado
Do seu rosto
E a outra mão sobre
Seus lábios,
Depois, ele saiu
A deixando ali
Para terminar a bebida,
Ela encerrou até o último gole
E foi.
Mais tarde,
Recuperada chamou
Um amigo para dormir
Com ela,
Passaram longas horas
Rindo sobre a cama,
Depois fizeram sexo.
Ele foi até a cozinha
Para buscar leite,
Demorou-se,
De súbito
Ela sentiu sede de sangue,
Queria sentir o cheiro,
O sabor,
Saciar-se.
Desceu sem compreender
As escadas até a cozinha,
Ao chegar na sala,
O estranho árabe
Estava lá,
Com seu amigo encaixado
Sobre o sofá,
E uma faca no pescoço dele,
Ele fazia sexo
Com o rapaz,
Em plena sala sua,
Ela não sabia que
Ele conhecia seu endereço.
Contudo, aproximando-se
O árabe passou a lâmina
Sobre a pele do pescoço
Do rapaz
E sangue jorrou para todo
O lado.
“ você fez isso?”
Ela indagou trêmula
Apontando para o sangue
Dentro de sua casa,
Ele encerrou o ato sexual,
Guardou o pênis mole,
E sorriu.
“Você fez!”
Ele respondeu e virou-se
Para a saída.
“Como assim?”
Ela indagou,
Sem sentir medo,
Indo bem perto dele.
“Como você acha
Que eu cheguei até aqui?”
Ela embasbacou-se,
Levou a mão ao rosto.
“Fiz sua vontade”
Ele disse.
Então, ela se jogou
Em seus ombros e o beijou,
Ele retribuiu,
Balançou a lâmina suja
De sangue e saiu.
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