Vida,
Nos socorra,
Outra vez fomos furtados,
Levaram nossos bens,
Nos deixaram em frangalhos.
Que dor eu sinto
Em minha alma,
Por Deus, minha vida
Como poderemos reagir,
Eles nos furtam
O trabalho de uma vida,
Não pagam absolutamente nada
E não se importam
Sobre o quanto sofremos
Para conseguir
O que temos,
Nem se importam
Em quais situações
De miséria nos deixam.
Meu amor,
Estes criminosos
São assassinos,
Não são bondosos,
Não há desculpa
Que discrimine,
Nem limite
Para suas maldades.
Eles estão sempre
Se inibindo de arcar
Com o que fazem,
Minha vida,
Precisamos descobrir
Seus nomes
Antes que nos encerrem
A vida.
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